Avatars of Second Life
Como eu tinha prometido meses atrás, aqui esta o novo .pdf, Avatares do Second Life, uma coleção de imagens que fiz no grupo do Second Life no Flickr.
Este projeto estava na minha mesa desde Abril, quando eu entrei no grupo e vi dezenas de imagens maravilhosas dos já usuários do jogo. Depois de selecionar e pedir permissão para poder usar as imagens a cada fotógrafo, eis que a coleção esta completa.
Clique na imagem para fazer o download de uma cópia do .pdf. É grátis.
Mais uma da Siana Press.
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Meu coração canta feliz…
E os escritores que usaram Los Angeles como cenário para suas estórias, e outros que usaram a cidade como personagem ? Dois foram grandes responsáveis pelas minhas fantasias e delírios: Raymond Chandler e Bret Easton Ellis.
Primeiro me apareceu Chandler, que com suas descrições de LA dos anos 40 e 50 conseguiu plantar no meu subconsciente a idéia de que alguma coisa se esconde por trás dos dias ensolarados e cristalinos desta cidade, de que algo ruim/estranho/bizarro/escuso pode acontecer a qualquer momento. Chandler é minha versão gringa de Nelson Rodrigues.
Ai veio Bret Easton Ellis comprovou o que meu subconsciente suspeitava: tem muita coisa ruim por trás das palmeiras, das piscinas azul turquesa e dentro dos mercedes refrigerados.
E claro, os outros. Charles Bukowski, suas bebedeiras naquela casinha perto da água; Jack Kerouac que atravessou o país para chegar aqui; John Fante e tantos outros.
Ao meu ver, estou bem acompanhada.
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O sol abraça o meu corpo…
Drogas, sexo e rock’n'roll. Os clubes de LA tiveram sempre isso tudo e muito mais. O mais famoso talvez seja o Whiskey A Go-Go, onde The Doors foi preso durante uma performance, no meio da música “Gloria”. Dezenas de outros artistas começaram suas carreiras no Whiskey.
Outro lugar lendário é o Troubadour, onde Guns’n'Roses foi “descoberto” durante um show e onde bandas de hair-metal tocavam em LA.
The Roxy, alguns quarteirões a diante do Whiskey, onde um “agente” me parou na calçada em 92 para me oferecer seu cartão e insistir que eu ligasse e fosse na agência para alguns castings de modelo (yeah, right !) e onde GnR gravou alguns clipes e muita gente famosa tocou (e ainda toca).
O mais controverso talvez seja o Viper Room. Todo mundo lembra, foi na calçada em frente a esse clube que River Phoenix morreu. Dos quatro desta lista, eu só conheço o Viper: em 93 quando minha grande amiga L. veio para US, fizemos uma viagem para cá, LA. Uma noite, sem nada para fazer, fomos ao clube. Estava calmo e eu achei meio sem graça. Ficamos na pista dançando quando uma garota me empurra e pede para passar. Eu não entendi, porque não tinha lugar para passar. Olhei ao redor, para a garota e daí saquei: era Kate Moss querendo entrar numa portinha escondida na parede, o famoso VIP room.
O mais bacana é que todos esses lugares antiguissímos, onde tanta gente famosa começou e onde tanta coisa rolou durante esses anos todos continuam aí, de pé. Diferentes, claro, mas pelo menos ainda existem.
E claro, já estão na minha lista de “coisas que devo fazer em LA”.
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